Acesso à Internet será debatido na Assembleia Legislativa

O Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) visa massificar a oferta de acessos em banda larga à internet e baratear os serviços. No programa, considerado por estudiosos como uma importante política de inclusão digital, também são apontados gargalos que podem agravar o quadro de desigualdades no acesso com qualidade tecnológica  à internet.

No Espírito Santo, sete cidades estão contempladas no programa: Cariacica, Domingos Martins Conceição da Barra, Piúma, São Mateus,Vila Velha e Itapemirim.

Acesso à Internet será debatido na Assembleia Legislativa

O Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), que visa massificar a oferta de acessos em banda larga à internet será debatido na sexta-feira (18/05),  na Audiência Pública: “Plano Nacional de Banda Larga: Implantação e Desenvolvimento no ES – Por uma autonomia digital cidadã – na  Assembleia Legislativa (Ales), às 14 horas.

Clique no link abaixo e confira outras informações sobre o PNBL

Perguntas e Respostas

 

 

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Uma resposta para Acesso à Internet será debatido na Assembleia Legislativa

  1. Bernadete Lage Rocha disse:

    Se não for feita uma campanha nacional, urgente, para conscientização da população sobre o
    drama abaixo, perderemos, no mínimo mais algumas gerações de jovens, confinados
    em suas barracas, vislumbrando o nada, acuados pelo preconceito.

    A Toda Sociedade Brasileira.
    Abaixo, manifesto nacional por melhoria da condição de um povo com o estigma doloroso de vidas – 800000 pessoas, 90% analfabetos, segundo o IBGE – relegadas ao abandono e à execração pública diária. Resolvemos apelar para a compaixão e a responsabilidade civil de todos os segmentos da sociedade, por puro cansaço de anos de tentativa inglória de amenizar a dor do despertencimento.
    Estamos enviando-lhes este manifesto de pedido de socorro imediato ao Povo Cigano, para que todos se sensibilizem e interfiram junto aos órgãos competentes, para incluí-los nas políticas públicas de saúde, educação, erradicação da miséria e de comportamentos preconceituosos que causam tanto sofrimento a esses seres à margem da vida.
    Nós, voluntários do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, APAC, Casa de Passagem, e na cidade de Viçosa, Minas Gerais, além do Forum Mundial Social – Mineiro e diversas outras entidades requeremos as medidas emergenciais de inclusão destes brasileiros, cujos 90% já nascem massacrados pelo fardo vitalício da dor do aviltamento e segregação atávica em nossa sociedade, desabrigados que são da prática do macroprincípio da dignidade da pessoa humana, telhado da Constituição.

    Cliquem no link abaixo, no artigo da SEPPIR, que confirma a situação deles:

    http://noticias.r7.com/brasil/noticias/falta-de-politicas-publicas-para-ciganos-e-desafio-para-o-governo-20110524.html

    Se nosso país tornou-se referência em crescimento econômico, certamente conseguirá sê-lo também em compaixão e acolhimento
    dessa causa universal.
    DE GENTE ESTRANHA,em caravana.
    Dolorosamente incômoda.
    Ciganos. Descobrimos, perplexos, que suas famílias são excluídas dos programas de bolsa-família, saúde, educação, profilaxia dentária, vacinas etc. Sua existência se torna mais dramática, pois não conseguem os benefícios do governo por não terem endereço fixo. Segundo o IBGE, são cerca de 800.000, 90% analfabetos. E é dessa parcela excluída de que trata esse Manifesto.
    Há seis anos, resolvemos visitar um acampamento temporário de ciganos, perto de nossa cidade.
    E o que vimos foi estarrecedor: idosas, quase cegas, com catarata. Pais silenciosamente angustiados, esperando os filhos aprenderem a ler em curto espaço de tempo, até serem despejados da cidade. Levamos ao médico crianças que “tinham problema de cabeça”. E eram normais. Apenas sofriam um tipo diferente de bullyng, ignoradas, invisíveis que são.
    Passamos a visitar acampamentos em várias cidades e descobrimos também, pasmem, que os homens jamais saem das barracas, onde ficam fazendo escambo, artesanato- e não entram em farmácias, supermercados, lojas, pois entendem que a sociedade incluída só não bate em mulheres e crianças. Vimos chefes de família com pressão altíssima e congelados pelo medo de deixarem os seus ao desamparo.
    Vida itinerante. Numa bolha, impermeável. Forasteiros no próprio país. Dor sem volta. Passamos a visitar todos acampamentos que encontramos. E a conviver com o drama de mulheres grávidas, anêmicas e sem enxoval. Crianças analfabetas aos dez, onze anos. E os que se aventuram a se fixar, a ter endereço, são expulsos pela própria comunidade que não conhece seu drama ou pelos donos do imóvel, quando os descobrem ciganos.

    Como pessoas reféns do analfabetismo, execradas publicamente todos os dias de suas vidas, amordaçadas pelo preconceito e com filhos para alimentar conseguirão lutar por algo? Vide a Pirâmide de Maslow. Quem tem que gritar somos nós. Para eles não sobra tempo de aprender o ofício da libertação, já que são compulsoriamente nômades – sempre partem porque os donos dos terrenos ou algum prefeito pressionado expede a ordem de saída. A gente descobre, atordoada, que desde a primeira diáspora, quando passaram a viver à deriva, sempre expulsos, eles vivem numa cápsula do tempo. Conservam os mesmos hábitos daquela época, ou seja, sociedade patriarcal, vestuário, casamento prematuro, a prática de escambo e a mesma língua dos antepassados. Tudo isto porque essa parcela (90%) NÃO PARTICIPA DAS TRANSFORMAÇÕES DA CIVILIZAÇÃO. Jamais tem acesso às benesses das pesquisas tecnológicas e científicas, aos programas governamentais de erradicação da miséria, às celebrações civis agregadoras ou sequer a proposta de ao menos um olhar de compaixão. Este, então, é o maior desafio de nossos governantes: nenhuma ação será eficaz se não for deflagrada, JÁ, uma Campanha Nacional de Esclarecimento, conclamando a população a não discriminá-los em atendimento médico, escolas, estabelecimentos comerciais, repartições públicas, vias públicas, etc.
    Passamos a visitar acampamentos em várias cidades e descobrimos também, pasmem, que os homens jamais saem das barracas, onde ficam fazendo escambo, artesanato- e não entram em farmácias, supermercados, lojas, pois entendem que a sociedade incluída só não bate em mulheres e crianças. Vimos chefes de família com pressão altíssima e congelados pelo medo de deixarem os seus ao desamparo.
    Vida itinerante. Numa bolha, impermeável. Forasteiros no próprio país. Dor sem volta. Passamos a visitar todos acampamentos que encontramos. E a conviver com o drama de mulheres grávidas, anêmicas e sem enxoval. Crianças analfabetas aos dez, onze anos. E os que se aventuram a se fixar, a ter endereço, são expulsos pela própria comunidade que não conhece seu drama ou pelos donos do imóvel, quando os descobrem ciganos.

    Como pessoas reféns do analfabetismo, execradas publicamente todos os dias de suas vidas, amordaçadas pelo preconceito e com filhos para alimentar conseguirão lutar por algo? Vide a Pirâmide de Maslow. Quem tem que gritar somos nós. Para eles não sobra tempo de aprender o ofício da libertação, já que são compulsoriamente nômades – sempre partem porque os donos dos terrenos ou algum prefeito pressionado expede a ordem de saída. A gente descobre, atordoada, que desde a primeira diáspora, quando passaram a viver à deriva, sempre expulsos, eles vivem numa cápsula do tempo. Conservam os mesmos hábitos daquela época, ou seja, sociedade patriarcal, vestuário, casamento prematuro, a prática de escambo e a mesma língua dos antepassados. Tudo isto porque essa parcela (90%) NÃO PARTICIPA DAS TRANSFORMAÇÕES DA CIVILIZAÇÃO. Jamais tem acesso às benesses das pesquisas tecnológicas e científicas, aos programas governamentais de erradicação da miséria, às celebrações civis agregadoras ou sequer a proposta de ao menos um olhar de compaixão. Este, então, é o maior desafio de nossos governantes: nenhuma ação será eficaz se não for deflagrada, JÁ, uma Campanha Nacional de Esclarecimento, conclamando a população a não discriminá-los em atendimento médico, escolas, estabelecimentos comerciais, repartições públicas, vias públicas, etc.
    ENQUANTO HOUVER NA TERRA SERES HUMANOS IMPEDIDOS DE SUPRIR SUAS NECESSIDADES BÁSICAS E DESTITUÍDOS DO SAGRADO DIREITO À LIBERDADE, AO CONHECIMENTO, À INSERÇÃO, ESTAREMOS, JUNTOS, APRISIONADOS PELO
    FLAGELO DA OMISSÃO.
    Agradecemos a todos que se sensibilizarem com essa causa.

    Profª.Bernadete Lage Rocha
    l.bernadete@yahoo.com.br
    031-88853369
    Voluntariado:APAC – Viçosa-MG
    Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
    Conselho de Segurança Alimentar

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