Um aporte para a inovação no Brasil

A ação da presidenta Dilma, junto com o ministro Aloizio Mercadante da Ciência e Tecnologia de lançar o programa Ciência sem Fronteiras, ao mesmo tempo em que estimula o aprimoramento das relações internacionais, o intercâmbio cultural e produtivo com outros povos,  cria condições para que nosso país avance em inovação, ampliando e fortalecendo as bases do pensar educação no Brasil.  Ao todo o programa será desenvolvido em 20 áreas prioritárias do ensino, dentre as quais é possível perceber a preocupação em fazer reflexões e elaborar práticas em busca de um desenvolvimento  mais equilibrada. São elas: Tecnologias de transição para a economia verde; energias renováveis, Produção Agrícola Sustentável; Nanotecnologia e Novos materiais; Tecnologias de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais.

Vale conferir a matéria a seguir.

“Vamos formar a base de pensamento educacional do nosso país”

Ao anunciar o Ciência sem Fronteiras, programa federal que visa conceder 75 mil bolsas de estudo no exterior a jovens brasileiros, a presidenta Dilma Rousseff frisou que o Brasil passará a outro patamar na área de ciência, tecnologia e inovação e que esses estudantes, ao retornarem ao país, formarão a nova base de pensamento educacional.

O programa foi lançado nesta terça-feira (26/7) em Brasília (DF), durante a 38ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). Aproveitando a presença de grandes empresários brasileiros, a presidenta reiterou contar com o apoio da iniciativa privada que, segundo desenho do Ciência sem Fronteiras, deve colaborar com o custeio de outras 25 mil bolsas de estudo, totalizando 100 mil benefícios. Os recursos federias para o programa somam R$ 3,16 bilhões.

“Com esse projeto, nós não estamos dizendo de automático que vamos formar 75 mil cientistas individuais, ou 75 mil Einsteins, nós estamos dizendo o seguinte: nós vamos formar a base de pensamento educacional do país”.

Os bolsistas serão escolhidos “exclusivamente por mérito”, explicou a presidenta, ao informar que os contemplados vão ser selecionados a partir dos Sistema de Seleção Unificada (Sisu), gerenciado pelo Ministério da Educação, além dos que atingirem nota mínima de 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nesse universo, estão aptos a concorrerem às bolsas 124 mil alunos.

“Serão os melhores estudantes do Brasil nas melhores universidades do mundo”, explicou o ministro Aloizio Mercadante, da Ciência e Tecnologia, ao apresentar detalhes do novo programa antes do discurso da presidenta Dilma.

Outro informação divulgada pela presidenta é referente às áreas de conhecimento contempladas pelas bolsas: ciências da saúde, ciências da vida e engenharias e tecnologias. Segundo Dilma Rousseff, a escolha se deu em função da deficiência do país na área de inovação e do aumento da demanda resultante do crescimento do país.

“Nós não queremos apenas que jovens talentos brasileiros estudem no exterior; queremos que eles estudem nas melhores escolas em cada área (…) e vamos escolher as áreas de conhecimento que interessem ao Brasil, que são essenciais para o desenvolvimento próspero do país”, explicou.

Do Blog do Planalto (em 26/07/2011)

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