Sobre a vida e só ela

Publicado na semana pré feriadão de abril o texto de Leonardo Boff  “O duelo entre a vida e a morte”, impressiona pela clareza com que atualiza as maneiras de exploração de nossas riquezas naturais. Nele percebemos um efusivo sim ao trabalho pela vida e argumentos para  nunca aceitar sinais de morte existentes em nossa sociedade. Recentemente o  IEMA propôs a criação de  novas áreas de conservação no ES, 9 ao todo, uma ótima notícia que devemos acompanhar. Parabéns ao orgão pela iniciativa.

O duelo entre a vida e a morte

Num dos mais belos hinos da liturgia cristã da Páscoa, que nos vem do século XIII, se canta que “a vida e a morte travaram um duelo; o Senhor da vida foi morto mas eis que agora reina vivo”. É o sentido cristão da Páscoa: a inversão dos termos do embate. O que parecia derrota era, na verdade, uma estratégia para vencer o vencedor, quer dizer a morte. Por isso, a grama não cresceu sobre a sepultura de Jesus. Ressuscitado, garantiu a supremacia da vida. Como não cantar aleluia? A mensagem vem do campo religioso que se inscreve no humano mais profundo, mas seu significado não se restringe a ele. Ganha uma relevância universal, especialmente, nos dias atuais, em que se trava física e realmente um duelo entre a vida e a morte. Essse duelo se realiza em todas as frentes e tem como campo de batalha o planeta inteiro, envolvendo toda a comunidade de vida e toda a humanidade. Clique aqui e continue lendo

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